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Desenho Universal: práticas em nome da acessibilidade e da inclusão

Robert Mace - Criador do Design Universal

Imaginar um mundo sem desigualdades parece impossível. Mas, com pequenas atitudes e pouco esforço a gente consegue criar meios para diminuí-las.

Um deles é o Desenho Universal, um conceito que preza pela acessibilidade e pela inclusão de todos a partir do design, da arquitetura e de outras práticas.

O termo apareceu em meados de 1985, quando o arquiteto norte americano Ronald Mace se envolveu na criação de ambientes acessíveis, aqueles que estão aptos a receber pessoas independentemente de suas idades, estaturas, habilidades, condições sensoriais ou físicas. Isso abriu os olhos da sociedade para o questionamento crucial: por que não expandir essa ideia para outros campos da vida?

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Chamado também de Desenho para Todos, o conceito via a concepção de objetos, equipamentos, estruturas e serviços que simplifique a vida e agregue o maior número de pessoas possíveis. Assim existe uma cadeia de ações e medidas inclusivas em prol de um mundo mais justo e democrático, respeitando a diversidade humana.

O desenho se aplica em variadas formas, mas também adequa os lugares que já existiam antes mesmo dessa designação aparecer. O ideal é que se aplique seus sete princípios básicos, desenvolvidos em 1997 pelo centro especializado da Universidade da Carolina do Norte:

  1. Uso equitativo: ser útil a pessoas com capacidades diversas;
  2. Flexibilidade de utilização: englobar um vasto leque de preferências e capacidades individuais;
  3. Uso simples e intuitivo: utilização de fácil compreensão, independentemente da experiência, conhecimentos, aptidões linguísticas ou nível de concentração do utilizador;
  4. Informação perceptível: comunicar eficazmente ao utilizador a informação necessária, qualquer que sejam as condições ambientais/físicas existentes ou as capacidades sensoriais do utilizador;
  5. Tolerância ao erro: minimizar os riscos e consequências adversas de ações acidentais ou involuntárias;
  6. Baixo esforço físico: pode ser utilizado de forma eficiente e confortável com um mínimo de fadiga;
  7. Dimensão e espaço de aproximação e uso: tamanho e espaço devem estar apropriados para aproximação, alcance, manuseamento e uso, independentemente da estatura, mobilidade ou postura do utilizador.

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Com tudo isso em mente, a ADVComm preza pela acessibilidade, assumindo o compromisso de aliar tecnologia avançada e soluções inovadoras para viabilizar a independência e segurança do deficiente visual, pessoa com baixa visão e com mobilidade reduzida.

Há várias maneiras de transformar um edifício ou ambiente num espaço mais acolhedor e inclusivo, seja por meio do piso tátil, a sinalização visual de degraus, fitas antiderrapantes, estêncil para demarcação de vagas, braile para corrimão, elevadores e demais tags, entre outros. 

Juntos, podemos tornar o Brasil um lugar para todos.
Até o próximo post.

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