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São Paulo tem motivos para comemorar, mas refletir também

Nesta quinta-feira (25), São Paulo completará 464 anos e há motivos de sobra para se comemorar na maior megalópole da América Latina. A cidade tem mais de 12 milhões de habitantes, mas todos os dias abre suas portas para receber outros milhões de pessoas da região metropolitana, que se deslocam diariamente para trabalhar, estudar, usufruir e movimentar a cidade de diversas outras maneiras.

O resultado deste turbilhão de gente reunida não poderia ser outro: um centro econômico, social e cultural único no país e no mundo, que transcende limites territoriais e vai além de rótulos étnicos. Mas ao passo que esta cidade diversa e inclusiva se aproxima de seu meio século de existência, ela ainda é marcada por um passado amargo, que não oferece motivos de celebração.

Desde o incêndio no edifício Joelma, que matou 188 pessoas, em 1974, a cidade ainda viu centenas de outras tragédias acontecerem, entre as mais icônicas, o acidente da Grande Avenida, em 1981; o caso do Cine Belas Artes, que pegou fogo em abril de 2004; os incêndios no Teatro Cultura Artística, em 2008, e no Instituto Butantan, em 2010; o desastre no Memorial da América Latina, em 2013; além do incidente do Liceu de Artes e Ofícios, ocorrido no início de 2014.

Mas não é preciso voltar a esses fatos distantes para outras fatalidades. Só no último mês, por exemplo, ocorreram dois incêndios no mesmo dia: um na Capela do Socorro, na zona sul, e outro em um estabelecimento comercial no Tremembé, zona norte. Estes casos, contudo, fazem parte de um número muito mais expressivo dos dados estatísticos do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, de janeiro a novembro de 2017 – ainda não foram divulgados os dados de dezembro passado –, foram registrados 6.069 incêndios em edificações (até o fechamento desta matéria, o CBPMESP não informou a quantidade referente só à capital).

A boa notícia é que, em comparação com 2017, o número de incêndios diminuiu: em 2016 houve 9.345 ocorrências, número que, com certeza, não será superado quando a SSP divulgar os dados referentes ao mês de dezembro do ano passado. Todavia, estas estatísticas demonstram que ainda há muito o que se fazer com relação à fiscalização das edificações e à responsabilidade dos proprietários e responsáveis por manter os edifícios regularizados, do contrário, não haveriam tantas ocorrências.

Medidas de prevenção são obrigatórias

O ponto crucial, no entanto, é que além da destruição do patrimônio e do caos causado pelos acidentes, muitas vidas são perdidas e, não raro, por negligência humana. Por isso, é imprescindível que sejam tomadas todas as medidas de prevenção e que seja realizada a sinalização de segurança contra incêndio e pânico, pois só esta providência é capaz de garantir que, em uma situação de risco, as pessoas sejam orientadas a tomar as atitudes adequadas.

Somente com a sinalização é possível identificar as situações de proibição, de alerta, de orientação e salvamento, e de indicação dos equipamentos de alarme e combate a incêndio. A sinalização contra incêndio e pânico também tem a função de mostrar às pessoas as rotas de fuga, os obstáculos (pilares, vigas, arestas de paredes etc) e as mensagens existentes no local.

Para saber mais sobre sinalização de segurança contra incêndio e pânico, clique aqui.

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