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	<title>Lei de Acessibilidade &#8211; ADVComm</title>
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	<description>Tecnologia Fotoluminescente e Acessibilidade</description>
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	<title>Lei de Acessibilidade &#8211; ADVComm</title>
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		<title>Suécia: um país exemplo em acessibilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 19:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renan Santiago]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A acessibilidade no Brasil ainda não é uma realidade para todos. Mesmo que por aqui – segundo os últimos dados &#8230; <a href="https://www.advcomm.com.br/suecia-um-pais-acessivel/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p class="western">A acessibilidade no Brasil ainda não é uma realidade para todos. Mesmo que por aqui – segundo os últimos dados do IBGE – praticamente 1/4 da população tenha algum tipo de deficiência, é notável que dias melhores para essa parcela da sociedade ainda demorarão a chegar, infelizmente.</p>
<p class="western">Pelo menos essa é a sensação quando se compara a condição da acessibilidade no Brasil com outros países. Tomando como base a Suécia, que é considerada como uma das nações mais preparadas do planeta quando o assunto é acessibilidade, este fato fica mais que claro.</p>
<p class="western">O país nórdico tem uma população de cerca de 9,9 milhões de pessoas e aproximadamente 1,5 milhão delas apresenta algum tipo de deficiência, número que proporcionalmente é bem menor que os índices brasileiros, já que por aqui a cifra chega a mais ou menos 45,6 milhões de indivíduos.</p>
<p class="western">O natural, portanto, seria que o Brasil fosse um ícone de acessibilidade e não a Suécia, já que, ao interpretar os números acima, percebe-se que a necessidade de políticas de inclusão por aqui são bem mais urgentes. Há quem diga que não caiba qualquer comparação, já que os suecos estão entre os países mais ricos e que mais se cobra impostos da população no mundo, o que levaria a acreditar que este seria o motivo dos ótimos serviços prestados à população por lá. No entanto, o Brasil também figura entre os países com mais altos impostos do planeta, mas a realidade que se vê por aqui é totalmente diferente.</p>
<p class="western">Embora no Brasil tenha havido avanços com relação à acessibilidade, principalmente com o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Nº 13.146 de 6 de julho de 2015), que no papel assegura condições de igualdade, além dos direitos e liberdades fundamentais às pessoas com deficiência, a realidade na prática, porém, ainda é pouco promissora.</p>
<p class="western">Especialistas em arquitetura e urbanismo apontam que por aqui não existe uma cidade sequer que possa ser considerada exemplo em acessibilidade e isto se daria pelo fato de que são priorizadas soluções pontuais e não planejamentos amplos na infraestrutura. Outro ponto importante é a escassez da discussão do tema nas mais diversas esferas da sociedade e nos meios de comunicação de massa.</p>
<h2 class="western"><b>Suécia iniciou projeto de acessibilidade há duas décadas</b></h2>
<p class="western">Enquanto as políticas públicas e o investimento na acessibilidade não decolam de vez no Brasil, na Suécia esta já é uma realidade há quase 20 anos, pois foi em meados dos anos 2000 que o governo sueco iniciou as medidas de adaptação pelas cidades do país. Em Estocolmo, por exemplo, existe uma equipe que trabalha na questão da acessibilidade junto a representantes da sociedade por meio de reuniões mensais e diálogos com as autoridades. Este departamento faz, por exemplo, dois tours anuais para que os especialistas no assunto verifiquem a melhor maneira de fazer as adaptações nas cidades.</p>
<p class="western">Para se ter uma ideia, de acordo com a coordenadora de Projetos do Departamento de Urbanização da cidade de Estocolmo, estes técnicos contam até com a tecnologia para compreender melhor a situação das pessoas que necessitam da acessibilidade: eles usam um óculos que simula a visão de pessoas com problemas óticos e cadeirantes para terem a noção real de como é estar na condição de deficiente.</p>
<p class="western">O resultado de todo este investimento feito há quase duas décadas? Praticamente todas as calçadas suecas contam com pisos táteis de alerta e direcionais, corrimões e sinalização contrastante em todas as escadas, rampas por todo lugar, meios-fios acessíveis para a entrada de veículos nas paradas de ônibus, alertas eletrônicos que indicam os destinos dos transportes públicos, ônibus e metrôs equipados com elevadores, hotéis totalmente acessíveis, entre outras medidas primordiais de inclusão. Enquanto em terras tupiniquins o avanço da acessibilidade tarda a chegar para todos, que a Suécia sirva como exemplo. Confira um pouco da realidade sueca:</p>
<p><a href="http://mediaroom.sweden.se/video/129787301">Assista ao vídeo.</a></p>
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		<title>Acessibilidade é lei!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 19:55:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renan Santiago]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Justiça do Mato Grosso ordena que Prefeitura de Sinop incorpore condições de acessibilidade em local público e multa arquiteta responsável &#8230; <a href="https://www.advcomm.com.br/acessibilidade-e-lei/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Justiça do Mato Grosso ordena que Prefeitura de Sinop incorpore condições de acessibilidade em local público e multa arquiteta responsável pela construção.</em></p>
<p>Quem necessita da <strong>acessibilidade</strong> para viver em plenitude sabe que o Brasil ainda está muito distante de oferecer um modelo de inclusão minimamente aceitável. É mais que comum <strong>pessoas com necessidades especiais</strong> se depararem com circunstâncias desrespeitosas e intoleráveis, em total desacordo com o que diz a <strong>Lei de Acessibilidade</strong>, sancionada há mais de 15 anos, além de outras normas e a própria Constituição Federal, que garante direitos fundamentais às pessoas, como a locomoção, por exemplo.</p>
<p>Na contramão desta realidade, porém, um fato chamou a atenção recentemente, em Sinop, no Mato Grosso. Uma das principais vias da cidade, a Avenida dos Tarumãs, passou por reformas de urbanização, iniciadas em meados de 2014, só que não foi incluído na revitalização um plano de <strong>acessibilidade</strong>. Acontece que o Ministério Público (MP) levou ao Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso (TCE-MT) uma representação contra a Prefeitura de Sinop a respeito das falhas presentes no projeto arquitetônico, e o TCE-MT a considerou procedente.</p>
<p>Foi constatado, em fiscalização <em>in loco</em> feita pelo TCE-MT, que após a revitalização da Avenida dos Tarumãs, o local continuou sem vagas para <strong>pessoas com deficiência</strong> e não sinalizado por meio de <strong>pisos táteis</strong>. Além disso, o meio-fio do canteiro central permaneceu até a faixa de rolamento, o que impossibilita o acesso. Com a constatação, o processo foi acolhido de forma unânime pelo tribunal.</p>
<h2>Arquiteta responsável multada</h2>
<p>Depois do veredicto, a urbanização da Avenida dos Tarumãs deve finalmente ser corrigida conforme os padrões de <strong>acessibilidade </strong>e, para tanto, o conselheiro do TCE-MT e relator do processo, Waldir Júlio Teis, já apresentou à administração de Sinop uma série de recomendações técnicas a despeito dos problemas encontrados. Ele também multou a profissional responsável pela obra, a arquiteta Eliani Disaró Fangueiro Pereira, em 6 UPF (Unidade Padrão Fiscal), valor que corresponde a aproximadamente R$ 780.</p>
<p>Embora o montante da multa seja praticamente irrisório diante da quantidade de <strong>pessoas com necessidades especiais </strong>que foi prejudicada na cidade, a punição demonstra seriedade na condução do caso por parte dos órgãos públicos e da sociedade como fiscalizadores dos direitos da população. Além disso, a medida se torna um exemplo para que outros profissionais da arquitetura mantenham sua credibilidade distante de polêmicas do tipo e contemplem em seus projetos arquitetônicos as diretrizes básicas de acessibilidade previstas em lei.</p>
<h2>Obras de acessibilidade devem seguir ABNT</h2>
<p>Para que qualquer obra pública, edificação ou espaço urbano atenda plenamente às <strong>pessoas com necessidades especiais</strong>, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) elaborou dois manuais que preveem, especificamente, todos os pontos a serem levados em conta em um ambiente para que ele possa ser considerado acessível.</p>
<p>A norma <strong>ABNT NBR 9050</strong>, de 2004, regulamenta os padrões técnicos e prevê todos os critérios na construção, instalação e adaptação às condições de <strong>acessibilidade </strong>em edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos. Em vigor desde 2016, a norma <strong>ABNT NBR 16537</strong>, por sua vez, regimenta diretrizes para a elaboração de projetos e instalação de <a href="http://www.advcomm.com.br/produtos/acessibilidade/"><strong>sinalização técnica </strong></a>por meio de <strong>pisos táteis</strong>, recurso para prover segurança, orientação e mobilidade a todas as pessoas, principalmente àquelas com deficiência visual.</p>
<p>Para mais informações sobre a ABNT NBR 9050, <a href="http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt-nbr9050-edicao-2015.pdf">clique aqui</a>.</p>
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